Cavalo de troia

Frase
“É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do que falar e acabar com a dúvida.”

Abraham Lincoln

Frase idiota
“Com as chuvas, Estado e Prefeituras estão cumprindo o prometido: água e esgoto na porta de todo mundo…”

Imagem
Legenda –  As pessoas que foram abrigadas pelos órgãos governamentais têm que dividir espaços e tarefas nos abrigos improvisados. Muitas delas não têm para onde ir depois do inverno.

Ficha limpa
Todos os dias a coluna recebe uma lista com mais e mais nomes de políticos com o ficha imunda. São crimes de todos os nipes. Falsidade ideológica, roubo, homicídio, formação de quadrilha, peculato, etc.. Será que o povo brasileiro vai continuar fechando os olhos na hora do voto? Eleger esse tipo de gente é dar oportunidade para que a corrupção e a roubalheira continuem explícitas no Brasil.

Poluição
Faz alguns dias o RH denunciou a poluição que está sendo causada por um esgoto nas proximidades do elevatório do Calungá, nas margens do igarapé Caxangá. Pois bem, a assessoria da Caer esperneou, reclamou, deu desculpas, mas a empresa não tomou nenhuma providência para resolver o problema.

Poluição 1
Se a empresa responsável é irresponsável, o setor que cuida do meio ambiente na esfera municipal também é omisso. No mesmo período da denuncia, a Secretaria Municipal de Gestão Ambiental foi contatada para saber qual a providência seria tomada. Mas como comparar irresponsabilidade é uma tarefa difícil, tudo ficou como dantes. O igarapé continua recebendo todos os dejetos do esgoto domiciliar da cidade. Já virou caso de polícia.

Pegou mal
O deputado Luciano Castro bem que tentou explicar a posição do Partido da Repúblico com relação a implosão da candidatura de Mecias de Jesus para uma das vagas ao Senado. Só que de todos os lodos saíram tiros e contestações. Ninguém confirmou nada do foi dito.

Parece que vai
A questão da obrigatoriedade do diploma de jornalista para exercício da profissão teve um novo capítulo. A Câmara dos Deputados instalou uma Comissão Especial para analisar a PEC dos Jornalista, como ficou conhecida. O prazo para apresentação de emendas está aberto. Vamos ver no que vai dar.

Tablóide
O Roraima Hoje foi um dos primeiros jornais da região em formato tablóide. Há quatro anos, depois de uma pesquisa no Brasil e em outros países, verificamos que tratava-se de uma tendência que atingiria boa parte dos impresso em todo o mundo em curto especo de tempo.

Tablóide 1
No Brasil, vários jornais passaram já utilizam o mesmo tamanho do Roraima Hoje: Jornal do Brasil, O Estado de Minas, O Estado da Bahia, e muitos outros. Agora um dos maiores do Brasil vai ser tablóide também. A Folha de São Paulo.

De volta – mais uma vez!

Depois de algum tempo longe dos blogues, por motivos vários, resolvi voltar a postar. A linha continuará a mesma. Tentarei mentar contatos com os blogueiros que seguiam o Zhuada. Por enquanto é isso.

Histórias de botequim

Sempre acreditei que nos lugares menos possíveis é possível ganhar conhecimento, mesmo que de cultura inútil. Costumo voar por ares claros, nublados, nebulosos e sombrios. É a mescla de todos esses ambientes que me faz entender um pouco as diferenças sociais e culturais existentes em uma comunidade.
Os botequins são fontes infinitas de informações. Pode parecer que não, mas neles as pessoas destilam conhecimentos de todas as categorias. Falam a respeito de política, de futebol e de religião sem o menor constrangimento. E todos, ou quase todos, acreditam que sempre estão absolutamente certos.
Nesses pequenos bares, às vezes de tábua, outras de tabique ou alvenaria, o visual é sempre surpreendente para os mais observadores. Na parte de cima das prateleiras dezenas, talvez centenas de garrafas de cachaça de todos os nipes. No segundo andar do depósito aquelas famosas misturadas e seus sabores. Jucá, boldo, malva, imburana, cravinho, canela, laranja, abacaxi, enfim, pinga com cheiro e cor diferente tem para todos os gostos.
Ao lado das prateleiras entupidas de cachaça, uma geladeira e um freezer que acomoda a cerveja, o refrigerante (muitos gostam de misturar com cachaça), água e o resto da comida do dia anterior.
Numa pequena mesa num dos cantos do cubículo, um aparelho de som e um monte de cds piratas de Amado Batista, Barto Galeno, Valdik Soriano, Alípio Martins, Berg Guerra, Calypso, Forasteiros do Forró, Jabuticabas do Forró, Juazeiros do Forró, Aviões do Forró, Gaviões do Forró, Calcinha Preta, Branca, Vermelha, Cor-de-Rosa, resumindo, uma pilha de discos de qualidade duvidosa.
No balcão normalmente tem uns dez copos sujos e com moscas mortas, um cocho cheio de sal, um prato com fatias de limão, carambola ou acerola (isso só nos mais sofisticados) e um isqueiro amarrado.
Na parte exterior algumas mesas e poucas cadeiras, uma mesa de sinuca, bancos e muretas que servem de escora para quem experimenta todos os tipos de bebida. Normalmente você encontra um ou dois em estado etílico avançado, chamando José de João e elogiando uma mulher bêbada com visual de filme de terror trash. Nos fundos um único banheiro sem cobertura e com um pano servindo de porta. A privada é um buraco no chão cheio de pequenos bichos brancos que parecem sobreviver dos restos de vômito e fezes dos fregueses do botequim.
Porém, o que mais interessa nesses ambientes são os tensos debates e embates promovidos por atores de todas as classes sociais. Isso mesmo! Nos botequins parecem pessoas das classes A, B, C e, claro, a maioria da classe D. Mesmo assim não podemos subestimar a inteligência e o conhecimento dessas pessoas.
Nos últimos anos freqüentei vários desses ambientes, não só para observar, mas para participar como ator. Entre cervejas e umas doses de cachaça misturada ouvi muitas histórias que vão desde a utopia à crença. Desde a realidade ao ouvi falar. Desde a mentira até a verdade.
Histórias de Botequim é uma inserção neste mundo paralelo vivido por personagens que criaram seu próprio mundo. É a narrativa de argumentos e contra-argumentos, acrescida da participação do autor como coadjuvante.

Casa nova

Crédito para Andressa Ágata, filhota

Crédito para Andressa Ágata, filhota

Depois de me hospedar durante sete anos no blogger, finalmente decidi me mudar de casa. Ainda estou decorando a nova casa, mas em breve todos os móveis estarão nos seus devidos lugares.  Para quem quiser usar a antiga casa para trazer à memória momentos passados é só acessar o Zhuada.

Durante esses sete anos criamos amizades virtuais, revemos amigos, construímos histórias e criamos muitas, mas muitas polêmicas. Nesta nova casa vamos manter a coerência, mas vamos ser críticos e também benevolentes.

O espaço está aberto para todos, desde que respeitem a individualidade dos outros, não façam ofenças pessoais e que tenham bons argumentos para debater política, cultura, meio ambiente, entre outros assuntos.

Aqui também vai ser um espaço para as viagens literárias, para devaneios e maluquices criativas. Nesta nova casa o receptor terá que ser ativo. É ele quem vai ajudar a construir a mensagem exata e final. Sejam bem vindos!